sexta-feira, 30 de julho de 2010

SEMINÁRIO INTERNO E MOSTRA CULTURAL ITABUNA CENTENÁRIA





Da esquerda para a direita: Profª Mariluce Bispo, Profª Ana Zoraide Lemos, Profª  Rita Lima, Profª Marilene Messias e Profª Ayala Araújo.

Execução do Hino de Itabuna.

Abertura oficial do Seminário pela diretora Ana Zoraide.

Palestra sobre a história de Itabuna com Rita Lima.



João Vitor, do CPA I matutino, apresentando a carta do "achamento de Itabuna".

Ana Cláudia, CPA III matutino, apresentando o resumo da história de Itabuna.


Bárbara, CPA II vespertino, apresentando resultado da pesquisa de Ciências.

Alessandra, CPA II matutino, apresentando uma atividade de retextualização.

Declaração de amor à Itabuna. Marilene, nossa coordenadora, declamou um poema de sua autoria em homenagem a nossa cidade.

Fred, Vinícius e Caliane abriram a mostra cultural apresentando empréstimos poéticos das poesias "Rio Cachoeira" de Valdelice Pinheiro e "Itabuna", de Telmo Padilha.


Lavadeiras e pescadores dos CPA's II e III vespertino "cantaram" a história de Itabuna com a música "Frutos dourados" de Caê, e assim encerraram a nossa mostra cultural.

sábado, 24 de julho de 2010

ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA

Alfabetizar-se, na escola e fora dela, é compreender as linguagens que o mundo apresenta, para que haja uma comunicação e interação do sujeito com a realidade em que vive. Ser alfabetizado em Matemática é compreender o que se lê e escreve a respeito das noções de números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento da informação.
A criança que ingressa na escola traz conhecimentos matemáticos informais que devem ser considerados pelo professor ao organizar sua proposta de trabalho. A escola marca a transição de um contexto exclusivamente familiar para um outro influenciado pela cultura, com outros códigos e possibilidades de relação e a Matemática surge como porta de entrada para novas competências e estratégias próprias do mundo escolar.
Segundo Piaget, o conhecimento lógico-matemático é uma construção do sujeito e decorre de uma
necessidade; ao tentar realizar uma ação, ou encontrar uma explicação para o que ocorre, o sujeito encontra
resistência na realidade (situação-problema). Para enfrentá-la, precisa modificar seus conhecimentos anteriores, pois do contrário não poderá resolver sua dificuldade. Por isso o conhecimento é um processo de criação, e não de repetição. A resolução de situações-problema é, portanto, uma estratégia que orienta e provoca aprendizagens, visto que proporciona contextos significativos de pesquisa e exploração, a partir dos quais se podem aprender conceitos, idéias e procedimentos matemáticos.
A vivência de jogos, músicas, brincadeiras envolvendo o corpo, poemas, contação de histórias da literatura infantil, situações que surgem em classe, tendo como foco de observação a enumeração, as relações estabelecidas entre os números, à relação entre quantidades e símbolos e as idéias das operações são atividades que favorecem a aprendizagem significativa da Matemática.
A criança percebe os fatos através dos sentidos e de manipulações práticas. Porém, o uso do material
só tem significado real na prática pedagógica, e, portanto, é “concreto” para a criança, quando ele se constitui num instrumento de apoio para a ação desta criança no processo de produção e reinvenção do saber. Para as crianças pequenas, os jogos e brincadeiras são as ações que elas repetem sistematicamente,
mas que possuem um sentido funcional, isto é, são fontes de significados, já que possibilitam compreensão,
geram satisfação, formam hábitos que se estruturam num sistema. O jogo torna-se uma estratégia didática
quando as situações são planejadas e orientadas pelo professor visando uma finalidade de aprendizagem, isto é, de proporcionar à criança algum tipo de conhecimento, alguma relação ou atitude.
É importante que a criança perceba que existe uma relação entre aquilo que ela faz – ao brincar, ao jogar, ao fazer compras num mercado, ao assistir televisão – e a Matemática que o professor apresenta em sala
de aula. A função do professor é oferecer diferentes possibilidades para a formação dos conceitos matemáticos através do estímulo, das situações-problemas e da solicitação de argumentos por parte dos alunos. Também pode estimular a escrita de textos para explicar resultados e estratégias, mesmo que em conjunto com alguns símbolos matemáticos, para que a linguagem matemática não se transforme em um código indecifrável.
Estudos da neurociência apontam que crianças adoram surpresas e o cérebro se interessa pelas alterações no mundo ao nosso redor, pois tudo que é desconhecido estimula com particular intensidade as redes neuronais e, por isso mesmo, se deposita muito facilmente na memória, como informação. Assim, quanto mais recursos forem empregados na transmissão de uma informação, tanto melhor ela se fixará na memória de longa duração. Portanto, é mais fácil aprender com a colaboração do maior número possível de órgãos dos sentidos. O humor e a emoção também influenciam os sistemas neuronais que determinam quais informações serão armazenadas.
O professor pode se valer da História da Matemática para explicar que os conceitos matemáticos foram
desenvolvidos a partir da necessidade dos diferentes povos e culturas. A calculadora e os computadores
também são ferramentas que facilitam a aprendizagem matemática. A avaliação, como parte integrante do processo de ensino e de aprendizagem, deve permitir uma reflexão contínua sobre a prática, sobre as estratégias utilizadas e sobre a necessidade de retomada de conteúdos, possibilitando, por meio de atividades individuais e de todo o grupo, aprendizagens cada vez mais significativas.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES



1. JOGO DOS PEIXINHOS



Material: um dado com números de 1 a 3, um dado com desenhos de peixinhos (três com a boca aberta e três com a boca fechada), aquário (pratos de plástico ou desenhos de aquários).
Como jogar: Cada grupo de 4 ou 5 alunos recebe peixinhos variados que ficarão espalhados sobre a mesa. Cada aluno do grupo joga os dois dados, retira os peixes da mesa de acordo com a quantidade  característica sorteadas. Coloca os peixes no aquário que ficará no centro da mesa do grupo. Os alunos registram no caderno, desenhando os peixes de cada jogada. Podem representar as operações realizadas e os resultados. No final da rodada, cada grupo apresenta o seu aquário com os peixes pescados (fixados com fita adesiva). Os aquários ficam expostos no quadro e a professora realiza questionamentos que podem ser respondidos individualmente ou pela turma. Exemplos de questões:



a) Quantos peixes cada grupo pescou? Que grupo pescou mais? Que grupo pescou menos?

b) Quantos peixes com a boca aberta o primeiro grupo pescou?

c) No total, tem mais peixes com a boca aberta ou fechada?

d) No total, qual a diferença entre o número de peixes com listras e sem listras?

e) Observando todos os aquários, qual é a cor de peixe que aparece em maior quantidade?

f) No segundo grupo, têm mais peixes com a boca fechada ou têm mais peixes?

g) Qual grupo pescou mais peixes médios?

h) Quantos peixes grandes o terceiro grupo pescou? De que cores eles são?




JOGO DO SIM OU NÃO



O professor esconde um peixinho e os alunos terão que descobri-lo a partir de perguntas como: “É grande? É amarelo? Tem a boca aberta?”. O professor só poderá responder sim ou não. Pode ser feita uma competição em que vence a equipe que descobrir a peça com o menor número de perguntas. Cada aluno poderá ter cartelas com representações dos atributos dos peixinhos e vai descartando conforme as respostas do professor para facilitar a descoberta da peça escondida.



DOMINÓ COM UMA DIFERENÇA



O professor distribui os peixinhos entre as crianças. Coloca um peixe na mesa e cada criança, na sua vez, coloca ao lado outro que tenha uma diferença do anterior. Se a criança não tem um peixe que atenda as características, passa a vez. Vence a criança que primeiro colocar todos os peixes recebidos. Pode-se propor esse jogo com duas diferenças.



TORRE DAS DIFERENÇAS



As crianças constroem uma torre de tal modo que a peça de cima deverá ter duas características diferentes daquele debaixo e assim sucessivamente.



2. JARDIM



Observar atentamente o jardim. Pegar as fichas de acordo com a quantidade de plantas e animais do jardim e fixá-las na tabela.



Observando a tabela, responder:



· Qual é o elemento que tem em maior quantidade nesse jardim?

· Quantas joaninhas existem no jardim?

· Qual é o elemento que aparece na quantidade sete?

· Tem mais flores vermelhas ou tem mais flores?

· Quantas flores rosa faltam para ter nove?

· O que tem menos: pássaros ou borboletas? Quantos a menos?

· Qual é o total de flores?

· Quantos animais têm ao todo?

· Existem mais flores ou animais nesse jardim? Quantos a mais?

· No total, tem mais flores amarelas ou brancas?

· Quantas borboletas têm? De que cor elas são?

· Quantas flores amarelas faltam para ter a mesma quantidade de flores vermelhas?

· Quantas árvores tem no jardim?

· Quantas joaninhas faltam para ter uma para cada flor vermelha?

· Quais os elementos que aparecem em igual quantidade no jardim?
· Dos animais do jardim, quantos voam?





3. CONSTRUINDO O GRÁFICO



Objetivos: que o aluno seja capaz de:



· Formar uma dezena a partir de quantidades menores;

· Perceber a inclusão hierárquica;

· Familiarizar-se com gráficos e coordenadas cartesianas;

· Relacionar o algarismo com sua representação através das fichas;

· Formalizar seu pensamento aditivo e subtrativo;

· Desenvolver o espírito de competição, consciência de grupo, coleguismo e companheirismo.



Nº. de jogadores: até 4 jogadores.



Materiais: 1 tabuleiro para cada jogador com o gráfico desenhado, 10 fichas de cada figura que está representada no eixo x do gráfico, 1 dado com as figuras representadas e um dado numerado de 1 a 3.



Modo de jogar: Cada jogador recebe o seu tabuleiro e as suas fichas. Cada jogador, na sua vez, pré estabelecida, lança o dado das figuras e o dado das quantidades, devendo colocar, no seu gráfico, o número de figuras correspondentes, sempre mencionando o total obtido. Ganhará o jogo aquele que conseguir representar 10 de cada umas das figuras que estão no gráfico, sendo que, caso já tenha completado um grupo de 10 de determinada figura, passará a vez, quando ela aparecer no dado.





4. ORGANIZAR O ARMÁRIO



Atividade 1 : Fixar as figuras nos espaços do armário de acordo com as indicações:



1. Palhaço acima da prateleira do livro;

2. Barco na prateleira à direita do palhaço;

3. Urso embaixo do barco;

4. Caracol na prateleira à esquerda do livro.

5. Onde você vai guardar o relógio?



Atividade 2: Cada participante escolhe uma figura para guardar no armário. Ao colocá-la na prateleira indicará a posição escolhida.



5. JOGOS COM TORRES



CONSTRUINDO O NÚMERO



Materiais: torres formadas com caixas de leite ou fósforos (1 a 9); um dado com 10 faces enumeradas de 0 a 9 (dodecaedro).



Modo de jogar: um participante de cada vez joga o dado e pega a peça (torre) que representa aquela quantidade e, com ajuda dos colegas, monta todas as torres possíveis com outras peças que juntas representem o mesmo resultado da torre sorteada. A cada jogada o professor faz perguntas sobre a ordem e inclusão hierárquica. Por exemplo: Como vocês construíram o sete? Por que vocês não puderam usar a torre do oito?



QUAL É A TORRE?



Materiais: torres formadas com caixas de leite ou fósforos (1 a 9); dois dados com as faces enumeradas de 0 a 4 e de 1 a 5.



Modo de jogar: Cada participante, na sua vez, lança os dados e pega as torres correspondentes aos números sorteados, sobrepondo-as. Depois deverá identificar qual é a torre que corresponde à soma das duas sorteadas.



6. JOGO DA SOMA COM DADOS



Material: 2 tabuleiros com balões numerados de 2 até 12.
22 fichas (marcadores) sendo 11 de cada cor.
2 dados.
Número de participantes: 2



Modo de jogar: Cada criança fica com 1 tabuleiro e 11 fichas da mesma cor. Cada uma, na sua vez, joga os dados e soma os pontos obtidos. Em seguida, coloca uma ficha sobre o número correspondente ao resultado. Caso o jogador obtenha um resultado que já marcou, ele passa a vez. Ganha o jogo quem cobrir os números de todos os balões primeiro.


Fonte: http://www.caxias.rs.gov.br/geemac/_upload/encontro_62.pdf

CENTENÁRIO EM GRANDE ESTILO

quinta-feira, 22 de julho de 2010

PRODUÇÃO TEXTUAL

Produzir é realizar, criar, fabricar.



O texto pode ser um desenho, uma palavra , uma frase ou um conjunto de todas estas normas de registro e expressão que, dentro de um contexto, transmitem um significado ou uma idéia.
Produzir textos é inerente à criança. Antes mesmo de conhecer letras, ela conta um fato , descreve um passeio, dita regras de uma brincadeira, entre outras coisas. Em sua rotina, ela produz texto oral.
Na escola, a criança precisa obedecer a regras de espaço, seqüência e lógica , aliadas às regras ortográficas e gramaticais não definidas por ela. Algumas vezes, o aluno não escreve porque não sabe o que, ou sobre o que quer escrever, ou porque não está motivado, independentemente de saber escrever ou não. Outras vezes, ele escreve apenas para satisfazer uma exigência do professor. Assim , a criança se nega a produzir, ou não se esforça muito para isso. Começa aí o bloqueio: escreve pouco, ou não escreve.
A criança passa por fases de produção, todas igualmente importantes para ela. O professor deve requerer as produções dos alunos de maneira gradativa, no que se refere à dificuldade de execução.
Para a criança chegar a elaborar um texto individualmente, com forma e conteúdos próprios, precisa, antes, trabalhar textos coletivamente, ou em pequenos grupos, sob a orientação do professor, com base em modelos de escrita corretos e variados quanto à forma ( poesia, contos, música, trava-língua etc).
A produção de texto não deve ser trabalhada isoladamente, mas de forma interdisciplinar.
As produções deverão ser arquivadas em um caderno específico, de maneira que o progresso do aluno possa ser percebido e avaliado com maior segurança pelo professor e pelo próprio aluno.



Sugestões:


- Escrever seu nome e desenhar o seu retrato.


- Desenhar o pai ou a mãe e escrever “meu pai” ou “minha mãe” de acordo com o desenho.


- Desenhar sua família e escrever os nomes.


- Desenhar sua casa, sua família e escrever os nomes


- Desenhar seus amigos e escrever seus nomes.


- Desenhar seus brinquedos e escrever os nomes.


- Escrever a respeito do brinquedo ou da brincadeira de que mais gosta.


- Escrever sobre seu animal preferido e depois fazer o desenho.


- Fazer o desenho de um animal de que tem medo e escrever sobre ele.


- Desenhar sua classe e seus colegas e escrever sobre eles.


- Fazer um desenho com base numa história contada e copiar o título.


- Depois de ouvir uma história, fazer o desenho e escrever o que quiser sobre ela.


- Escrever o que quiser sobre uma data comemorativa.


- Observando um desenho, escrever uma história sobre ele.


- Montar personagens com material de sucata e , em grupo, produzir uma história oral. Desenhar os personagens utilizando sucata e transcrever a história.


- Fazer uma história tomando por base um Banco de Palavras. A classe decide sobre o que vai escrever, e sugere as palavras que entrarão na história. O professor escreve-as num papel manilha ou na lousa para que as crianças possam recorrer a elas durante a produção.


- Recortar letras de jornais e revistas; montar seu nome e escrever uma frase ou um texto.


- Recortar letras e formar uma palavra. Em seguida, fazer um desenho e escrever uma frase ou um texto que se refira à palavra formada.


- Desenhar um meio de transporte e escrever sobre ele.


- Escrever sobre um profissional que esteve na escola ( jardineiro, vidraceiro, entregador de merenda, guarda etc).As crianças fazem perguntas diretamente à pessoa e depois escrevem um texto.


- Escrever sobre um fato da atualidade ( ecológico, social, político, policial etc).O professor pode aproveitar uma notícia de jornal ou uma pergunta de um aluno para propor o tema.


- Ouvir uma história contada pelo professor e escrever sobre ela.


- Depois de assistir a um filme em vídeo, escrever a história.


- Escrever sobre “O que gostaria de ser quando crescer”e desenhar.


- Escrever sobre um recorte de revista. O professor seleciona alguns recortes e cola em folhas; a criança escolhe aquele sobre o qual escreverá.


- Escolher uma figura, recortar e colar em uma folha. Em seguida, escrever sobre ela.


- Escolher uma letra, recortar e colar em uma folha. Em seguida, escrever sobre ela.


- Fazer uma montagem e escrever sobre ela.


- Escrever sobre uma cor. O professor recorta pedaços de papel colorido de revistas e cola em folhas de linguagem. O aluno escolhe a cor sobre a qual quer escrever.


- Escrever sobre uma figura: o professor recorta uma parte de uma figura de objeto, animal, alimento ou brinquedo e cola em uma folha. O aluno deve identificar a figura ( distinção parte/todo) e escrever sobre a parte ou sobre o todo.


- Escrever sobre palavras recortadas e coladas em folhas: a criança escreve o que quiser a respeito da palavra.


- Escrever sobre um assunto de Ciências e Saúde e montar um livro. O professor promove e coordena uma discussão sobre o tema. Em seguida, as crianças fazem um texto coletivo e transcrevem para o livro, onde fazem as ilustrações. Ao terminar, cada criança terá o seu livro.


- Em grupos pequenos de alunos, escrever uma lista de dez palavras e fazer uma produção.


- Escrever sobre figuras seqüenciadas.


- Montar um livro com recortes de jornal ou revista. Por exemplo, a criança resolve fazer um livro sobre frutas: ela recorta e cola uma figura em cada página e escreve uma frase sobre a fruta ou apenas o nome dela.


- Montar um livro: recortar letras, formar palavras e desenhar. Por exemplo, o aluno decide fazer um livro sobre animais: ele recorta as letras t, p, a , o, de qualquer forma, cor ou tamanho. Em seguida, forma a palavra pato, colando as letras na folha, e faz a ilustração, repetindo o processo em todas as páginas do livro.


- Fazer um livro sobre o arco-íris: cada folha terá uma cor pintada ou um recorte colorido de tecido, papel, plástico etc. O aluno escreve o nome da cor e o que ela significa para ele.


- Escrever um bilhete para o professor e assinar. Se possível, o professor responderá a todos os bilhetes.


- Fazer o Jornal da Classe. Cada aluno faz um trabalho que pode ser produção, cruzadinha, adivinhações, receita, desenho para ser pintado, desenho para ligar os pontos etc. Sob a orientação do professor, eles selecionam os trabalhos e montam o jornalzinho. Cada aluno transcreve seu trabalho para folha e assina. O professor pode contribuir com alguma atividade.


- Escrever um livro. O professor dobra as folhas de papel sulfite no meio, formando o livro, e grampeia. Cada aluno escreve sua história e transcreve cada frase em uma página, faz os desenhos, elabora a capa, escreve o título e assina.


Escrever comentários baseados nas fichas de animais do chocolate Surpresa. O professor lê as informações da ficha, os alunos comentam e escrevem seus textos.


- Fazer um desenho com materiais artísticos e escrever sobre ele.


- Escrever um bilhete para um colega. O professor escreve um nome em folhas que serão sorteadas entre as crianças. Cada aluno escreve o bilhete para o colega sorteado. O professor faz a entrega e os alunos têm que identificar quem foi que escreveu o bilhete.


- Contar um sonho que teve e escrever sobre ele.


- Escrever sobre uma experiência vivenciada. Por exemplo, um passeio à feira, ao zoológico etc.


- Escrever sobre uma palavra-surpresa. As crianças escrevem algumas palavras em pequenos papéis e colocam numa caixa: o Tesouro de Nomes. De vez em quando, uma criança sorteia uma palavra que será tema de uma produção.


- Escrever sobre um animal que foi trazido para a classe. Um aluno, ou alguém da escola, traz, escondido um animal e não diz qual é. As crianças conversam com o dono para saber os hábitos, a alimentação, a utilidade e outras características do animal, tentando após a exploração, descobrir qual é. As informações são complementadas pelo professor como conteúdo de Ciências. Em seguida, as crianças fazem um banco de palavras.


Fonte: http://profa-val.blogspot.com

quarta-feira, 14 de julho de 2010

PROGRAMAÇÃO DO CENTENÁRIO DE ITABUNA

A Prefeitura de Itabuna já definiu a programação oficial do centenário da cidade. Na agenda, inaugurações de obras como a reurbanização da Avenida Cinqüentenário, pavimentação da avenida Pedro Jorge e ampliação da ponte 8 de Dezembro, na rua Felícia de Novaes, bairro de Fátima. Também estão previstos eventos culturais e até um desfile monumental programado para 28 de julho, data do aniversário do município.
A programação começa às 8 horas do dia 16, com reabertura do Centro de Prevenção Oncológica (Cepron), na Avenida Inácio Tosta Filho. Às 20 horas, na sede da Usemi, será realizada a Festa da Miss Centenário e no período de 16 a 18 de julho, serão realizadas na Avenida Aziz Maron, apresentações do Circo Vox, sempre a partir das 20 horas.
Para o dia 17 de julho, às 19 horas, no bairro São Caetano, a programação inclui apresentação de artistas evangélicos. Dia 19, às 18 horas, será a vez da inauguração da ponte 8 de Dezembro, na rua Felícia Novais, que teve a pista duplicada e ganha um moderno sistema de iluminação. Já no dia 20, às 09 horas, no loteamento Monte Cristo, será realizada a inauguração do Espaço Educativo Padre Paulo Tonucci.

História da maçonaria

No dia 21 a programação continua às 19 horas, no auditório da Loja Maçônica Areópago Itabunense, com palestra sobre “História da Maçonaria em Itabuna”, proferida pelo historiador Adelindo Kfoury.
Na mesma data, às 20 horas, serão exibidos no auditório do Centro Cultural Adonias Filho, os documentários: “Itabuna: 100 anos” e “Do Cinqüenta ao Centenário” e no salão de festas da AABB, será realizado um jantar de confraternização das “Empresas do Centenário”.
As atividades prosseguem dia 22, às 08 horas, na sede do Itabuna Esporte Clube, com a abertura do evento Terreirada, coordenado pela Associação de Cultura Afro de Itabuna (Acai). Às 19 horas, no auditório do Rotary Sul, será realizada a palestra “Itabuna, Nossa Terra Centenária”.
No período de 22 a 27 de julho, sempre às 19 horas, no auditório do Centro de Cultura Adonias Filho, será realizado o Festival Multiarte Firmino Rocha, promovido pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidania, reunindo artistas da região com apresentações de música, teatro e dança.
Dia 23, às 08 horas, na Vila Olímpica, será inaugurada a sede da Guarda Municipal, que está sendo reequipada e reestruturada. Às 18 horas, na praça Rio Cachoeira, será realizado o encerramento da I Terreirada, promovida pela Acai. No período de 23 de julho a 02 agosto, entre as 9 e 17 horas, nas praças Adami, Camacan, Olinto Leoni e José Bastos será realizada, A Praça na Praça, com uma série de atividades coordenadas pela Universidade Estadual de Santa Cruz.

Obras

No elenco de obras será inaugurada dia 24, às 8 horas, a creche do bairro Jorge Amado, com capacidade para 250 crianças. Às 15 horas serão inauguradas obras de urbanização da praça, pavimentação de rua e esgotamento sanitário convencional, no bairro Maria Pinheiro, e às 20 horas, no salão de festas da AABB, serão realizados os festejos dos 82 anos da Polícia Rodoviária Federal. No período de 24 e 25 de julho, das 10 às 17 horas, será realizada no Aeroporto Tertuliano Guedes de Pinho uma competição de aeromodelismo, a Revoada do Centenário.
Na área esportiva, dia 25 de julho, será realizada a Corrida Rústica do Centenário , com saída e chegada na avenida Manoel Chaves, a partir das 8 horas. Às 10 horas, no bairro Fernando Gomes serão inauguradas obras de urbanização, infaestrutura e entrega de casas populares.
Dia 26, às 17 horas, será inaugurado um monumento dedicado ao poeta José Bastos, que deu o seu nome a uma praça na área central da cidade, com uma exibição dos músicos infantis do PETI. Na mesma data, no auditório da FTC, será realizada uma sessão solene da Câmara Municipal, com entrega de títulos de cidadania itabunense e uma palestra sobre a História do Legislativo.

Selo

Um dos marcos da programação do centenário será o lançamento dia 27, do Selo Comemorativo do Centenário de Itabuna pelos Correios, em solenidade realizada no gabinete do prefeito Capitão Azevedo.
Às 18 horas, no Bunker Eventos, na avenida José Soares Pinheiro, um coquetel da Philips marcando a inauguração de leds da iluminação da avenida Cinqüentenário e às 20 horas, na avenida Princesa Isabel, será realizado o show do Centenário com a participação da banda Vera Cruz, de Fábio Júnior, do Chiclete com Banana e Lordão.
Uma alvorada com show pirotécnico em 40 bairros, marca às 5 horas da manhã a abertura dos festejos do 28 de julho, data do centenário de Itabuna. Às 6 horas todas as igrejas católicas vão realizar uma alvorada de sinos e às 8 horas na Catedral de São José, após a solenidade de hasteamento bandeiras e execução de hinos, será realizada uma missa solene do Centenário, celebrada pelo bispo dom Ceslau Stanula.

Monumento

Às 10 horas, haverá inauguração do monumento “Saga Grapiúna”, com figuras em tamanho natural, numa homenagem aos pioneiros de Itabuna, os sergipanos, sírio-libaneses, negros e índios, na avenida Aziz Maron.
Às 11 horas e 30 minutos, está programada uma visita do prefeito Capitão Azevedo e comitiva às obras da Escola Sest/Senai, na Avenida José Soares Pinheiro.
Ainda no dia 28, a partir das 14 horas, será realizado o desfile Histórico do Centenário, na avenida Aziz Maron e às 17 horas e 30 minutos, haverá a inauguração das obras de reurbanização da Avenida do Cinqüentenário, que ganha um moderno sistema de iluminação e um novo piso.
Às 20 horas está programada a apresentação da Orquestra Sinfônica da Bahia, com execução do Hino de Itabuna, na praça Rio Cachoeira e às 21 horas, na avenida Princesa Isabel, ocorrerá a apresentação de um evento Gospel, com atrações conhecidas nacionalmente.
A programação será encerrada no período de 30 de julho a 1º de agosto, às 10 horas, na praça Rio Cachoeira com o Motocentenário, um encontro nacional de motociclistas, que vai reunir representantes de todo o país numa grande festa de confraternização.





segunda-feira, 12 de julho de 2010

EMPRÉSTIMO POÉTICO

Rio Cachoeira



Rio torto,
Rio magro,
Rio triste.
Parece que chora,
Sente dor...
Parece que fala em lamentos
Dos afogados que engoliu,
Das flores que já levou.
O remorso, Cachoeira,
O remorso te entortou.



(Valdelice Pinheiro)


Rio Cachoeira



Rio bonito,
rio alegre,
rio doce.
Parece que ri,
sente felicidade...
Parece que fala com emoção
das pessoas que alimentou
das flores que não levou.
A bondade, Cachoeira,
a bondade te embelezou.



(Alunos do CPA I matutino)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Itabuna Centenária

No próximo dia 27/07/2010 a Escola Heribaldo Dantas relizará o Seminário Interno  e  a Mostra Cultural Itabuna Centenária, em homenagem ao aniversário da nossa cidade. Aguardem!!!!!